Neste semana, durante a sua visita de trabalho à província do Niassa, o Presidente da República Daniel Chapo tentou responder a uma das perguntas que mais inquietam os moçambicanos nos últimos meses: por que razão os combustíveis continuam caros mesmo após sinais de redução dos preços internacionais do petróleo. A explicação surge num momento em que o custo do transporte, dos alimentos e de vários serviços continua a pressionar o orçamento das famílias em diferentes regiões do país. Segundo Daniel Chapo, a demora na redução dos preços está ligada ao combustível actualmente armazenado nos depósitos nacionais, adquirido numa fase em que o mercado internacional atravessava forte instabilidade devido às tensões militares no Médio Oriente. O Presidente explicou que Moçambique conseguiu evitar aumentos imediatos durante cerca de dois meses, enquanto países vizinhos como África do Sul, Zimbabué, Malawi e Zâmbia avançavam com sucessivos reajustes nos combustíveis. Agora, segundo o Chefe de Est...
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