O Tribunal rejeitou o pedido de liberdade provisória apresentado pelos antigos gestores das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), que respondem a um processo judicial relacionado com alegadas irregularidades na gestão da companhia.
A decisão mantém os ex-gestores sujeitos às medidas judiciais determinadas no âmbito do processo, enquanto o caso continua a ser apreciado pelas autoridades competentes.
A defesa contestou a decisão e solicitou a inclusão no processo de um relatório de auditoria às contas da LAM referente ao período entre 2021 e 2024.
Segundo a defesa, o documento poderá contribuir para o esclarecimento de aspectos relacionados à gestão financeira da companhia durante o período em análise.
O processo permanece sob apreciação da Justiça, não havendo, até ao momento, uma decisão final sobre as acusações em causa.
É importante destacar que os arguidos beneficiam da presunção de inocência até que exista uma decisão judicial definitiva.
